







Morar no interior é carregar no coração a beleza das coisas simples. É viver entre paisagens que acalmam a alma, tradições que atravessam gerações e uma cultura rica, construída pelo trabalho, pela fé e pelo acolhimento de seu povo.
Aqui, cada festa, cada encontro e cada história contada preservam um pouco da nossa identidade.
Os alunos do oitavo ano expuseram em versos e poesia , todo sentimento que arde no peito de quem cresce e permanece nesse amado interior.
🌿✨💛





E vamos celebrar o esporte na adolescência ???
A prática esportiva é uma grande aliada no desenvolvimento saudável dos adolescentes. Além de fortalecer o corpo, o esporte contribui para o equilíbrio emocional, ajudando a reduzir o estresse, a ansiedade e as tensões do dia a dia. Ao participar de atividades esportivas, o jovem desenvolve disciplina, autoconfiança, responsabilidade e espírito de equipe, habilidades essenciais para a vida. O esporte também promove hábitos saudáveis, melhora a qualidade do sono e incentiva a socialização, favorecendo o bem-estar físico e mental. Investir na prática esportiva é investir em uma adolescência mais saudável, equilibrada e cheia de oportunidades para crescer e superar desafios.
Vejam o depoimento da nossa querida aluna Melissa do oitavo ano sobre sua prática esportiva.
“Eu atleta Melissa competi na categoria até 48 kg no sub-15, realizando 3 lutas após disputar outro campeonato no dia anterior. Conseguindo pódio em 2° lugar. Mesmo diante dos desafios, representei minha academia com dedicação e garra, adquirindo mais experiência em minha trajetória no judô.””
“Participei do Open Ajinomoto Aspirante Corinthians, competindo pela primeira vez em uma categoria acima daqui estou acostumada. Nosso sub-15 até 48 kg, enfrentei uma chave com 23 atletas e realizei 6 lutas, conquistando o 5° lugar. Mesmo sem medalhar e classificar para o Paulista, a competição trouxe importantes aprendizados e reforçou minha evolução, dedicação e potencial para os próximos campeonatos.”


Olá!!! Durante esse início de férias, propusemos, por rede social, que nossos alunos nos enviassem seus hobbies favoritos para o período de férias. Mas não somente durante esse período os hobbies ou passatempos são importantes. Vamos entender para além deste período?
Ter um hobby vai muito além de ocupar o tempo livre: é uma atividade que contribui significativamente para o desenvolvimento emocional, social e cognitivo de crianças, adolescentes e adultos.
Atentemo-nos às crianças e adolescentes. Ao se dedicarem a algo que gostam, seja tocar um instrumento, praticar um esporte, desenhar, cozinhar, colecionar ou até montar quebra-cabeças, meninos e meninas e desenvolvem habilidades importantes, como disciplina, concentração e criatividade.
Os hobbies também ajudam a reduzir o estresse, funcionam como forma de expressão e fortalecem a autoestima, pois permitem que a criança ou adolescente perceba suas conquistas fora do ambiente escolar.
Outro ponto essencial é que o hobby oferece oportunidades de socialização saudável. Participar de grupos, clubes ou aulas relacionadas a essa atividade favorece o convívio com pessoas que compartilham interesses semelhantes, estimulando o respeito, o trabalho em equipe e a empatia.
Além disso, os hobbies podem despertar talentos, orientar escolhas futuras e até se transformar em uma profissão no futuro. Por tudo isso, incentivar que crianças e adolescentes explorem diferentes atividades até encontrarem aquilo que realmente os encanta é um gesto de cuidado que trará benefícios por toda a vida.
Ah, em tempo: foi lindo ver nossos pequenos e adolescentes contando um pouco mais sobre seus hobbies.
Um abraço!
Profª.Me. Márcia Maria de Castro Buzzato

Professora Márcia é diretora do Colégio Criar e Crescer, ama ler livros e cozinhar para sua família e amigos.
A consciência fonológica é a habilidade de perceber e brincar com os sons das palavras. Isso significa que a criança consegue notar que as palavras são feitas de partes menores, como sílabas e sons (os fonemas).
Essa habilidade é muito importante para a alfabetização, pois ajuda a criança a entender o processo da relação entre o som e a letra. Por exemplo: ao trabalhar a palavra “BOLA”, a criança percebe que ela começa com a letra B, aprende o som fonético da letra associando a palavra inteira, juntando as vogais e formando sílabas, através do som, como: B+A = BA, B+E = BE… sabendo o som produzido da letra B, a criança consegue associar com outras vogais e assim identificar e pronunciar novas palavras.
Crianças que desenvolvem bem a consciência fonológica têm mais facilidade para aprender a ler e escrever. Elas conseguem separar palavras em sílabas, identificar sons parecidos e até criar rimas. Isso tudo prepara o cérebro para entender como funciona o sistema da escrita.
Existe um processo de escrita que a criança passa até ser alfabetizada. Esse processo tem algumas fases: pré-silábica, silábica sem valor sonoro, silábica com valor sonoro, silábico-alfabética e alfabética.
Cada fase mostra o quanto a criança entende a relação entre som e escrita. Usando a palavra “MACACO” como exemplo:
Essas fases mostram o quanto a criança está avançando na alfabetização e como ela vai se aproximando da escrita correta ao entender melhor os sons das palavras.
A criança precisa percorrer um caminho para desenvolver a consciência fonológica. Esse processo deve ser feito com muito estímulo e de forma divertida. Uma das formas de ajudar é permitir que a criança faça escritas espontâneas, ou seja, escrever do seu jeito, de forma autônoma, respeitando a fase em que ela está. Assim, ela começa a perceber os sons das palavras e como eles se ligam às letras.
É importante também trabalhar a pronúncia correta dos sons de cada letra, com a ajuda de um alfabeto fonético (que mostra como cada letra “se pronuncia”). E usar as famílias silábicas, como: BA, BE, BI, BO, BU — até formar e escrever palavras completas.
Tudo isso deve ser feito de forma lúdica, com brincadeiras, jogos e atividades prazerosas, sem causar medo ou insegurança na criança. O aprendizado precisa ser leve e natural, respeitando o tempo de cada um.
Por isso, é importante brincar com sons, cantar músicas, fazer jogos de rimas e contar sílabas com as crianças desde cedo. Essas atividades ajudam no desenvolvimento da linguagem e tornam o processo de alfabetização mais fácil e divertido.




Recordando um grande momento vivido pelos alunos CCC:
Nosso querido professor Marcelo enviou um e-mail ao famoso autor Pedro Bandeira, que escreveu um livro que seria utilizado em nosso musical.
E para nossa grata surpresa , o autor nos enviou uma mensagem .
Vejam que maravilha !!!
Escrever à mão é desafiador para a criança contemporânea. Em uma época de
intensa cultura digital, incentivar esse aprendizado requer domínio corporal, emoções
trabalhadas e organização cerebral.
Recentemente, um artigo chamado “ Handwrinting but not typerinting leads to
widespread brain connectivity: a high-density EEG study with implications for the
classroom” demonstrou que usar a escrita à mão aumenta a conectividade cerebral.
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores fizeram o experimento através de
EEG com 36 universitários, que tiveram sua atividade cerebral registrada enquanto
digitavam em teclado e depois escreviam à mão, palavras apresentadas visualmente.
Depois de comparar as imagens, os cientistas observaram que o uso da escrita à
mão ativava redes neurais mais amplas, estimulando as regiões central e parietal do
cérebro, sendo estas as responsáveis pela formação de memória e pelo processamento
de dados visuais.
Mas por que isso aconteceu? Porque ao aumentar a conectividade cerebral,
houve melhor entendimento e armazenação das informações. Então, os pesquisadores
defenderam o que nós professores já sabemos há bastante tempo: nossas crianças devem
continuar sendo alfabetizadas à mão, utilizando cadernos, folhas para registros. De
acordo com eles, com o ensino é possível desenvolver padrões de conexões cerebrais
ideais para aprenderem os conteúdos da vida escolar.
Claro que a ideia não é excluir o mundo digital, que possibilita rapidez e
facilidade para escrever e pesquisar. Tanto é que a própria Base Nacional Comum
Curricular, que norteia os trabalhos em educação, prevê o desenvolvimento da Cultura
Digital.
Agora pensemos no desenvolvimento da letra cursiva. Importante não é mesmo?
Nossas crianças do primeiro ano estão usando áreas motoras e de planejamento
no cérebro, juntamente com percepções visuais associadas ao processamento da
linguagem. Então, quanto significado e desenvolvimento.
Vejam os vídeos e imagens:




